30/8/09 - A Bechamel está cada dia mais linda!!! Não lembra nem de longe a cadelinha que entregamos para o Alexandre e a Mari... Ela é tão amada e bem tratada que é claro que isto foi refletido em sua beleza... Ela sorri, ela é a luz da vida dos pais, ela é uma companheira fiel, amorosa, e na medida certa... Muitos anjos nossos doados são igualmente amados, e se existisse um mundo perfeito a todos os cães resgatados e doados, retirados do abandono ou maus tratos, este mundo seria viver o que a Bechamel vive hoje...

Mari e Alexandre, muito obrigada pelo seu amor tão intenso e incondicional...

"Mil beijos e mais uma vez obrigada pela benção que recebemos através das suas mãos! A Bechamel, bjs Mari"

 

Fomos visitar a Bechamel 25/5/08 que nunca esteve tão LINDA e nunca foi tão amada!!!

Fomos visitar a Bechamel e foi uma delícia!!! Hoje não conseguimos imaginar aquela doçura jogada na rua... Tão carente e carinhosa, se tornou sem dúvida o amor da vida dos pais!!! A forma com que o casal fala dela e conta todas as gracinhas e manias dela... E a paixão não é só dos pais não, as crianças AMAM demais a Bechamel que é o centro das atenções quando recebem os amigos. O Lucas de 10 anos tinha um medo muito grande de cão antes de conhecer sua nova irmã, e o medo permaneceu por alguns meses, mas veja que gracinha o depoimento dele!!!

“Eu Lucca R. Brendim gostaria de mandar para vocês o texto que eu vou colocar na wikpedia sobre vira-latas.
Pelo o que poucas pessoas sabem vira-latas não são cachorros agressivos, não são poucos companheiros e nem transmitem doenças se bem vacinados. São cachorros dóceis e só ficam agressivos se os irrita muito brincando com sua comida, são companheiros e se rosnam só querem brincar. Mas quando mesmo assim você tem medo, tenha coragem provavelmente vai demorar um pouco mas com o tempo você se acostuma, e ele (a) se acostuma com você e com o seus costumes por exemplo: gostar de levar lambida, gostar ou não de brincar, quer ou não que coma a comida do chão.”


Eles dizem que existe 4 cães em uma só, a Bechamel é de tamanha inteligência que age e brinca com cada um da meneira que mais lhes agradam. Até hoje tem pavor se chinelo e os pais tem certeza que seu passado foi muito sofrido, ela fica apavorada se vomita, se encolhe e pede desculpas... Mas visitar uma cadelinha que vivia na terra, estava no cio, tomando água de esgoto e ver que todos disputam seu amor e atenção, não tem preço!!!!!!!!!!!!!!!! E a maravilhosa notícia é que ganhamos mais um tartamento no JJ Cabelereiros para ser rifado em prol dos bichos!!!

Bechamel, campeã de mimo, atenção, carinho e amor...

TEXTO REDIGIDO COM MUITO AMOR E CARINHO PELO ALE, PAI AMOROSO DA BECHAMEL, PREPARE-SE PARA SENTIR FORTES EMOÇÕES...


que anjinho...

como é linda!!!

adora de paixão dormir com seu pai...

mas o travesseiro é dela!!! e o pai deixa...

aquilo é a bebeça do pai fora do travesseiro...que folga!!!

"O Cachorro da Moda

Quando eu era pequeno e passeava pelas ruas de São Paulo, era muito comum ver no quintal das casas cachorros que me fascinavam. Quem não queria ter um Pastor Alemão e se sentir como aquele garotinho, dono do Rin-Tin-Tin? Ou uma Collie e ter um cachorro quase humano como a Lassie? Melhor ainda, um São Bernardo, com seu barrilzinho preso no pescoço salvando pessoas perdidas nas geleiras paulistanas? Quem não queria ser protegido por um Doberman como nos filmes de ação? Ou ter um Sheepdog gigantesco como o Digby e aterrorizar sua vizinhança?

Em casa eu ainda não podia ter um cachorro, pois minha mãe tinha horror a sujeira. Mas da casa da minha bisavó eu ainda guardo a lembrança de um “CÃO POLICIAL”, o Mate. Para mim se tratava de um cachorro enorme, com o pelo brilhante, que me despertava amor e medo em proporções iguais. Os adultos faziam muito alarde por ele ser bravo, mas nunca nenhum dos netos sequer se arranhou.

Alguns anos se passaram, mas a minha mãe não mudou de opinião. Eu já não via mais aqueles cachorros da minha infância nas ruas. Agora eram muitos Cockers. Quem não se apaixonou por um deles, pelo menos na vida, com aquele olhar pidão? Via passeando 101 Dálmatas em cada quarteirão e o carrancudo Boxer, que poderia ser tema de música para ninar, assustando criancinhas, mas que na realidade é uma babá de primeira.
Os cães de guarda também mudaram, os pastores não eram mais alemães, e sim Belgas ou Suíços, os elegantes Dobermans deram lugar ao mal humorado Rotweiller, tão mal compreendido. Mas o que mais me marcou nessa fase da minha vida foi uma VIRA-LATA que encontramos perdida e prenha numas férias em Ubatuba. Demos abrigo, comida, um nome (Samantha) e ajudamos a nascer e a encontrar um lar para todos os seus filhotes. Engraçado, sempre que alguém da família lembra dela, dizemos que nós a achamos, mas hoje vejo perfeitamente que ela nos achou.

Finalmente chegou a minha fase adulta e pude dar vazão a alguns sonhos. Como não poderia deixar passar, meu primeiro cão. Um Dog Alemão, lindo demais, doce demais (mas que ninguém chegasse muito perto). O nome dele era Bacco e eu o guardo no coração até hoje. Depois dele vieram Balboa, Sherlock e Bacci, respectivamente um Boxer, um Basset Hound e uma Cocker.
Três cachorros maravilhosos. O Balboa expressava um amor por nós como poucos. O Sherlock se virava em três para acompanhar os outros dois e a Bacci, que em um livro não conseguiria dizer tudo que tenho a dizer dela...era um anjo de quatro patas, com o perdão do clichê.

Mais alguns anos se passaram e os quintais mudaram de donos novamente. Golden Retrivers e Labradores passeando pelas praças. O Maltês que veio junto com a internet gratuita. Impossível passar dez minutos num pet shop sem ver um Lhasa Apso.
E nosso amigo Rotweiller foi desbancado pelo polêmico Pitbull.

Hoje, em 2007, eu tenho uma SRD, o famoso SEM RAÇA DEFINIDA. Sem dúvida, foi um presente da Bacci, que morreu no começo do ano, entregue pelas mãos da Marta e do Mauro.

Não tenho medo de dizer que, em apenas três meses, essa cachorrinha salvou a sanidade mental de duas pessoas, trouxe de volta alegria de nossa casa, mudou as brincadeiras com meus filhos e nos trouxe de volta um sentimento de amor incondicional que só um cachorro pode oferecer.

O dia não está completo sem que ela me acorde lambendo o rosto, ou que persiga a bola quando jogo futebol com meus filhos, ou que a Mari tenha que levá-la no colo até o muro para ela ver o movimento da rua, ou que ela me desaloje do meu travesseiro. Essa cachorra há três meses estava na rua, prenha, suja, machucada, desnutrida e inteira coberta de pulgas e carrapatos. E por que? Porque ela não nasceu com pedigree. Porque ela não está na “moda”.

O mais irônico nessa história toda, é que a moda passa ao longo dos anos. Passam os pastores, dobermans, rotweillers, poodles, pequineses... Que fique claro que não tenho absolutamente nada contra eles, muito pelo contrário, mas o bom e velho VIRA-LATA nunca sai de moda.

O amor, a fidelidade e a gratidão que um animalzinho deste traz consigo, não é algo que se encontre em livros sobre cães de raça. Não quero com isso dizer que eles sejam melhores ou piores que qualquer outro. Quero dizer apenas que eles são diferentes, eles são únicos, eles são “a nossa cara”.

De todos os relatos que eu li sobre adotantes, acho que não passou um que não dissesse exatamente isso em seus textos. Os animais adotados se encaixam em nossas vidas e em nossos hábitos de uma forma tão maravilhosa, que quando nos damos conta, percebemos que eles fazem parte de cada segundo do nosso dia. Eles se adaptam e se contentam com o que podemos oferecer, e para eles isso é mais do que o suficiente.
É mais do que eles poderiam querer. Talvez por terem conhecido de perto as dificuldades de sobreviver nas ruas, eles dão valor a cada segundo ao nosso lado, sob um teto seguro, com comida, água e carinho garantidos.

Então quando ouço pessoas dizendo da nossa coragem, ou da nossa bondade, ou do nosso desprendimento em adotar um cachorro vindo da rua, só posso dar risada e ter comigo a certeza de que apenas quem nunca teve a oportunidade de ser adotado por eles, pode pensar dessa forma.

Eu amo minha cachorra e agradeço a Deus por ela ter me encontrado e por ter colocado na Terra pessoas como o Mauro e a Marta, com certeza seus mensageiros, que dedicam parte de sua vida e seus recursos para trazer à pessoas desconhecidas a chance de viver tudo isso.

Obrigado Bacci, obrigado Bechamel, obrigado Mauro e Marta, obrigado Mah. Eu lhes serei eternamente grato.
Alexandre Brendim"

Fomos visitar a Bechamel.

Fomos visitar a Bechamel, linda fofa e muito folgada, é amada e mimada por todos... Aliás, não ganhamos apenas em tirar a Bechamel das ruas, ganhamos bons amigos pois o Ale e a Mari são fantásticos, além dos queridos filhos, o Pedro e o Luca, crianças encantadores que mais uma vez nos surpeenderam com a doação de suas economias em prol dos bichos, partiu deles uma atitude tão linda!!! Adoram a irmãzinha.

As imagens dizem mais que muitas palavras, vejam quem manda nesta casa!!! Até na hora de dormir é a Bechamel, o travesseiro é dela e às vezes o pai acorda com ela o encarando, e quando acorda é muito beijo! Ganhou uma linda casona de plástico, e uma almofada macia, mas quem disse que ela gostou??? Nem entrou na casinha... O importante é que ela nos ADORA, gosta de nos ver e do nosso carinho, e é uma delícia poder ver tamanha felicidade!

"Querida Marta, Primeiramente, quero dizer que é sempre um prazer recebê-los em nossa casa. Me divirto demais com vocês, a Bechamel fica enlouquecida com tanta atenção e os meninos acham vocês o máximo! Abraços, Mari"

Fomos visitar a Bechamel para conferir como ela já está linda, peluda e quase gorduchinha...

"Marta, a Bechamel está uma loucura de linda... engordou mais um pouquinho... não se sente mais nenhuma costelinha quando se faz carinho... O pelo está sensacional. Amanhã quero trazer a máquina (que finalmente compramos!!) e baixar uma fotos lindas pra te mandar. Olha, Marta... eu nem sei como expressar a minha alegria a você e ao Mauro.

Não sei o que teria sido de mim sem a Bechamel... eu a amo tanto... e esse amor é tão retribuído por ela... Obrigada, hj e sempre, por terem sido os intermediários desse encontro maravilhoso! Beijocas!!!"

No começo a Bechamel grudou em mim, afinal, ela sentiu saudades, a festinha que ela fez, segundo os pais foi única, que delícia!!! Da última visita ela ficou chorando na porta depois que fomos, mas logo nos esqueceu e foi dormir na cama dos pais... Ainda bem!!!

Visitar um bicho que doamos è uma experiência maravilhosa, tanto para a nós, como para eles. Eles gostam de nos ver de novo, de saber que não os descartamos, que gostamos deles, eles gostam de demonstrar o quanto estão felizes em sua nova vida e o quanto são amados... Para mim é a melhor parte.

Na verdade fomos convidados para jantar na casa deles, logo de cara todos proibimos o Mauro de tocar no ossão que levamos novamente para nossa afilhada, mas desta vez o motivo de piada a noite toda foi a leve pisada que dei sem querer em sua patinha... Ela me adora e gruda em mim, fazer o que... rsrsrs Claro que o casal não perdeu a oportunidade de dizer que eu pisotiei ela, que maltratei minha afilhada, para ela manter distancia, para nós nunca mais voltarmos... Que crueldade! Mas a gente nem liga.

Nossa, como ela está linda gente, como os pelos cresceram rapidamente. Também come racão super prêmium, tutano de boi com fígado para engordar e calcio para o pelo e os ossos... Mais mimada impossível!!! Disse que não tem um que não mexa e pergunte qual é a sua raça??? ELA TÁ LINDA MESMO!

mas no final ela voltou para sua mãe, as imagens dizem TUDO, veja como a Bechamel gosta de dormir... Veja que delícia ela completamente segura e amada, no colo da Mari que ela tanto ama...

"Nossa menina está uma figuraça! Cada dia descobrimos novas manias e características dela. Minha mãe mandou uma tartaruguinha de pelúcia de presente pra ela. Nem preciso dizer que a pobre da Tatá já perdeu uma perninha e a cabeça está pela boa, né?? Além disso, eu trouxe uma bolinha de borracha que faz "fiiiiuuuu" quando ela morde... foi engraçadíssimo, pq ela queria muito morder a bola, mas quando mordia e a bola "gritava" ela parava assustada, pra não machucar.

Ela quer morder, mas não quer matar a bola, entende... hahahahaha...A mesma coisa conosco... quando ela brinca de morder e a gente diz "aaaiiii", ela pára na hora!! Aí é só lambida, pra se desculpar pelas mordidas! Ela é uma boneca, Marta. Se comportou direitinho na minha ausência, cuidou do Alê e dos meninos pra mim...28/03/2007"

Fomos visitar a Bechamel!!!


Bechamel curtindo seus mimos... AMOU!

Fomos convidados para uma pizza na casa da Bechamel e é claro, fomos com muito prazer... Ai gente, como ela está feliz!!! A alegria dela contagia até quem não curte muito cachorro. Ví ontem (07/02/07) uma Bechamel que não conhecia!! Ela corria, brincava, lambia, rosnava, latia... Que felicidade!!!

Levemos mimos que ela adorou e se divertiu muito! O Mauro acabou perdendo sem querer o osso de nó dela, ela achou esquisito dar e depois tomar, mas perdoou facilmente, mas nós não, ficou sendo o motivo de piadas pelo resto da noite!!!

Os pais a amam de paixão, não desgrudam dela nem na hora de dormir, ela dorme na cama deles e ocupa a metade de cama, ela merece. rsrsrs Está linda, os pelos nasceram e cresceram, a coceira passou, engordou e está mais linda! Também, a alimentação dela é ração Royal Canin intercalada com arroz, fígado (para deixá-la mais fortinha), e legumes... Ai que mimo!

Mas ela merece todo amor e carinho que os pais dão porque levou muito amor, alegria e tranquilidade aos corações tão machucados com a perda da Bacci. A felicidade e plenitude que sentimos ao sair de lá, não tem preço!!!! A Bechamel está tão bem tratada, tem uma casa tão grande só para ela... Quem sabe um dia ganhe uma amiga... rsrsrs


adora a todo momento demosntrar seu carinho e gratidão dando muitos beijos...

eu usei e abusei dos beijos já que ela adora, mas o ossão...

que vidão heim, uma gosta de dar colo, a outra adora receber... Ela está ou não no lugar certo???

"Sua afilhada ficou muito triste pelo resto da noite depois que vcs foram embora, inclusive chorando na porta do quarto, querendo descer!!! Precisamos nos ver com mais frequencia para que ela não sinta tanta saudade!! Bom.... pode ser que ela estivesse chorando pelo ossinho que o Mauro deu pro vento, né... hahahah

Mas por favor, avise-o de que nós, os pais amorosos, incapazes de tamanha maldade, já demos outro ossinho pra ela ter o que fazer a tarde. Beijocas, queridos! Foi um prazer recebe-los ontem, Mari!"

Bechamel, um final muito malhordo que poderíamos sonhar...


uma fofura desta vivendo na favela, de favor porque foi jogada por estar no cio, foi por causa do seu cio que o Nando brigou... Depois tem gente que não entende porque castrar...

é de uma doçura sem igual... Adora dar e receber beijos...

Esta é a Bechamel, nem cheguei a enviar o apelo dela, sua doação foi muito boa e muito rápida!!!

Chegamos no terreno para alimentar a galera e lá estava este anjinho, no cio, muitos cães à sua volta, muitas brigas... Quem não se lembra da história do Nando? O Poodle que foi atacado e ele tinha tantos ferimentos que mal conseguia andar, agora está feliz e mimado com a Ana... Bem, a Bechamel inocentemente foi à culpada.

Pegamos, castramos, vermifugamos, vacinamos e percebemos a doçura desta cadelinha, muito carinhosa, amorosa, fofa e alegre, de pequeno porte... Quando eu olhava da janela, lá estava ela, tomando água do córrego, dormindo na terra, com uma cordinha no pescoço... Ela adora colo e é branquinha feito um bloco de neve, feita um molho branco, por isso sua nova família escolheu este lindo nome!!!

Como neste ano nossa vida está muito agitada com muitas maravilhosas doações e rifas, a Bechamel teve que esperar um pouquinho... Mas veja como nada é por acaso, ela estava à espera da sua dona!!! Recebi um e-mail da Mari pois havia acabado de perder sua paixão, a Bacci, uma linda cocker de 12 anos com problemas cardíacos, estava muito deprimida e queria doar ração, mimos, potes etc.

Fomos conhecê-los e ficamos apaixonados pelo amor e dedicação deles a Bacci, os adotantes dos nossos sonhos, se pudessem dar metade do amor que deram a Bacci para um outro necessitado...  Falei que eles não deveriam se privar do amor sincero e verdadeiro de outro bicho e que não deveriam comprar, que deveriam adotar, abrir os corações para um animal abandonado!!! Eles falaram que sim mas não estavam preparados para isto, que era muito recente. Depois de alguns dias recebo este e-mail: “Estou escrevendo para dizer que adoramos conhecer vocês e poder ajudá-los nessa caminhada, mesmo que um pouquinho que fosse. Entro todo dia no site, pra tentar matar um pouco a saudade da minha menina e abrandar o coração lendo os finais felizes. Estamos amadurecendo a idéia de um novo cãozinho em breve, se Deus quiser! Abraços e muita luz no caminho de vocês, sempre. Mari e Alexandre”

No mesmo dia mandei as fotos e a história para ela da Bechamel com a pergunta “Mari, será que vocês resistem a este anjinho?”, queria muito que ela fosse adotada por eles pois ela precisava deles, e eles precisavam dela, do seu carinho, do seu amor, para amenizar a dor que sentiam. A resposta foi “Marta... ela é muito linda! Como podemos fazer para conhecê-la?”

Chegamos lá em uma enorme casa no Morumbi, a Bechamel se sentiu em casa, correu, brincou com os garotos, bebeu água, se sociabilizou muito rapidamente!!! Todos se apaixonaram por ela, e a paixão foi recíproca. O Pedro e o Lucca, fofos e sensíveis quiseram ajudar e tiveram uma atitude que muito me emocionou e jamais esquecerei, esvaziaram seu cofrinho para ajudar os bichos de rua... A família perfeita, eles amam bichos e respeitam a vida a ponto de não usam a lareira porque alguns pássaros fazem ninho lá, ela será muito feliz e amada e nós ganhamos mais quatro amigos...

Vejam o apelo!

"Olá, queridos Marta e Mauro! Aqui vai o primeiro boletim informativo sobre nossa linda Bechamel!
Ontem, depois que vocês saíram, reuni o pessoal para jantar. Bechamel, comportadíssima, ficou ao nosso lado durante o tempo todo. Aos poucos foi se soltando mais, relaxando e, finalmente, deitou aos pés do Alê enquanto jantávamos. Ela comeu um pouquinho de ração e bebeu bastante água.

Aliás, acho que ela está tão feliz de ter água fresca sempre disponível que todas as vezes que passa em frente ao potinho, dá pelo menos uma lambidinha! Na hora de dormir, levei sua caminha para o nosso quarto. Mas CLARO que nem eu nem o Alê conseguimos resistir a deixá-la em nossa cama. Ela se entregou ao sono lentamente, com o Alê fazendo carinho em seu queixo. (Foi a hora que te liguei!)

Depois disso, ela relaxou de tal forma... tão entregue... tão segura... que mesmo quando a mudamos de lugar ela nem acordou!!! Continuou dormindo e sonhando com cãezinhos-anjos! Lá pelas 3:30 da manhã acordei com ela brincando de perseguir o edredon na cama! Levantei, levei-a para fazer um xixi, e voltamos. Hoje pela manhã, quando acordamos, ela já estava a mil por hora, louca pra brincar! Descobri minha pantufa roída e várias espuminhas pelo quarto, e morri de rir, pois o Alê detestava a pantufa velha e adorou que ela tenha sido destruída. Eu nem liguei!! Tô tão feliz que nada me afeta!

As crianças continuam enlouquecidas pela Bechamel! O Pedro até perguntou se podia levá-la para a escola um dia!!! hahahaha. Lucca me pediu alguns cartões do Pet Feliz para distribuir entre os amigos, pois ele iria falar sobre isso hoje na escola.

Nós só temos a agradecer a vocês dois por nos proporcionarem a felicidade de ter a Bechamel! E mais ainda, pela possbilidade de estar ensinando para 2 crianças, na prática, o que é o respeito e o amor pelos animais. Além disso, ainda ganhamos amigos maravilhosos, que pretendemos levar pra vida toda!

Obrigada, mil vezes, um milhão de vezes: OBRIGADA! (Não vejo a hora de voltar pra casa pra ficar com ela!!!)
Beijos! Até o próximo boletim! Mari"

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